25 de mar. de 2010

A PARÁBOLA DO JOIO E DO TRIGO




O Trigo


O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia boa semente no seu campo:

Um semeador, durante todo o dia, semeou grãos de trigo no seu campo.

Ao por do sol voltou para casa, cansado, mas, feliz por haver realizado sua missão de trabalho. Semeara trigo e estava contente porque aquele trigo seria, em breve, transformado em pão, para alimento de muita gente.

Porém, esse homem tinha um inimigo que invejava suas plantações. O inimigo era mau e queria, a todo custo prejudicar as sementeiras do fazendeiro.

"Que farei?" — pensava o inimigo. E teve a idéia maldosa de semear pequenas pedras no campo de trigo; mas, poderiam ser retiradas e seu ódio não ficaria satisfeito. Resolveu, então, semear joio onde o trigo havia sido semeado. Foi esse o plano maldoso do inimigo do semeador.

O joio é uma planta muito parecida com o trigo, mas, não serve para a alimentação do homem, podendo até envenená-lo. Eis porque o inimigo do fazendeiro quis fazer a mistura do joio com o trigo no campo, visando prejudicar a colheita e causar males aos que se alimentassem do produto daquele campo.

O inimigo fez o que pensou. Durante a noite, enquanto o fazendeiro e seus trabalhadores dormiam, o homem maldoso entrou no campo e semeou joio no meio do trigal. Completada sua obra de ódio e ruindade, ele se retirou, cuidadosamente.

Algum tempo depois, quando as espigas de trigo já surgiam no campo, apareceu também o joio.

Então, os trabalhadores foram dizer ao fazendeiro o que haviam visto no campo:
— Senhor, não semeaste no campo somente boas sementes? Por que, então, está nascendo joio no trigal?

O fazendeiro já havia descoberto tudo e respondeu aos servidores:
— Foi um inimigo que fez isso...

Os trabalhadores lhe perguntaram:
— Senhor, queres que vamos, agora mesmo, arrancar o joio?

O senhor, porém, lhes respondeu com uma explicação:
- Não é possível fazer isso agora. Vocês sabem que o joio é muito parecido com o trigo.

Se vocês quiserem arrancar o joio, que foi plantado junto com o bom grão, arrancarão também o trigo, pois as raízes de ambos muitas vezes se entrelaçam. Deixem que cresçam juntos o joio e o trigo. Na época da ceifa, eu direi aos ceifeiros que colham primeiro o joio e o atem em feixes para queimá-lo; e depois juntem o trigo no meu celeiro.

 Explicação da Parábola

De acordo com os ensinamentos da Doutrina Espírita, podemos comparar esta Parábola de Jesus da seguinte forma:

O Semeador, os Divulgadores da Doutrina Espírita, Os Homens de bem, que semeia a boa semente, as mensagens espirituais, os ensinamentos de Jesus.

 Divaldo Franco 
O Semeador de Estrelas













 Léon Denis
O Sucessor natural de Kardec



O campo, é a nossa casa mental.

A boa semente, o trigo, são as idéias verdadeiras, o amor, a paz e a caridade.

O joio, são as idéias falsas, malévolas, o orgulho e a inveja.

O inimigo, são os adversários.

A ceifa é a época da colheita, da regeneração da Terra.

Os ceifeiros são os trabalhadores espirituais especializados.

As idéias boas e más estão espalhadas por toda parte, pelo mundo. As boas vêm de Deus, são as que traduzem toda Sua benevolência, justiça, amor e caridade; as más procedem do inimigo, o que pensa de modo contrário ao bem, são idéias egoístas e materialistas.

Observemos que o adversário conseguiu semear o joio, as más idéias, porque os servos dormiam, não estavam atentos, vigilante. 
 Vigiai e Orai para não cairdes quando em tentação

Entretanto, no mundo muita semente má já foi semeada e aceita. Mas, na Parábola, Jesus aconselha a não arrancar de imediato, de forma violenta, destrutiva, pois, pode também arrancar as boas sementes. Como entender!

Infelizmente, muitos espíritos encarnados, ainda não evoluídos o suficientes não sabem diferenciar as boas das más idéias, o certo do errado. Agindo com precipitação e violência, prejudicando o próximo, se tonando fanático e intolerante.

Deus, em Suas Perfeições, deixa que bons e maus convivam e propaguem suas idéias livremente. Pois, sabe que aprendemos com nossos erros, e assim, a cada reencarnação nos tornamos melhor até atingimos à perfeição.

Durante a ceifa, o momento da separação das almas obedientes das almas rebeldes. As que desejam sinceramente o caminho do Bem e da Jus­tiça serão distanciadas daquelas que, por vontade própria, preferem o caminho da maldade e da injus­tiça.


Os ceifeiros que são os trabalhadores espirituais especializado, Espíritos Superiores, presidirão a essa seleção de acordo com as instruções do Mestre Jesus.


Meus irmãos, Allan Kardec no último livro da Codificação, A Gênese, capítulo XVIII, Os Tempos são Chegados, A Nova Geração, nos diz:

Para que na Terra sejam felizes os homens, preciso é que somente a povoem Espíritos bons, encarnados e desencarnados, que somente ao bem se dediquem.

Substituí-los-ão Espíritos melhores, que farão reinem em seu seio a justiça, a paz e a fraternidade.

A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas.

 Em cada criança que nascer, em vez de um Espírito atrasado e inclinado ao mal, que antes nela encarnaria, virá um Espírito mais adiantado e propenso ao bem.

Cabendo-lhe fundar a era do progresso moral, a nova geração se distingue por inteligência e razão geralmente precoces, juntas ao sentimento inato do bem e a crenças espiritualistas, o que constitui sinal indubitável de certo grau de adiantamento anterior. Não se comporá exclusivamente de Espíritos eminentemente superiores, mas dos que, já tendo progredido, se acham predispostos a assimilar todas as idéias progressistas e aptos a secundar o movimento de regeneração.


Convidamos a todos a meditar. Seja no mundo a semente de trigo, crescendo sob as bênçãos de Deus, para se transformar numa espiga loura e bela.  Não permita que as Forças do Mal — Espíritos das Trevas —, lancem no seu coraçãozinho o joio da rebeldia e da maldade, dos pensamentos pecaminosos e indignos. Guarde o seu coraçãozinho para o Divino Semeador. Receba somente as sementes do trigo celeste, que são os ensi­nos de Jesus e as inspirações do bem.

 Chico Xavier - O Homem de Bem


“Em nós mesmos podemos exercitar o bom ânimo e a paciência, a fé a humildade ... Não te proponhas, desse modo, atravessar a mundo, sem tentações. Elas nascem contigo, assomam de ti mesmo e alimentam-se de ti, quando não as combates, dedicadamente, qual o lavrador sempre disposto a cooperar com a terra da qual precisa extrair as boas sementes ... Entretanto, lembremo-nos do ensinamento do Mestre, vigiando e orando, para não sucumbirmos às tentações, de vez que mais vale chorar sob os aguilhões da resistência que sorrir sob os narcóticos da queda”. (Fonte Viva, Chico Xavier – Emmanuel -110)



 Bezerra de Menezes
O Allan Kardec Brasileiro

Quem se aprofunda no conhecimento da Verdade solidifica a Fé.
Não vos contenteis com apenas ler: estudai e meditai, não olvidando que a Verdade não é propriedade exclusiva de ninguém.
O estudo da Doutrina, aliado às atividades do Bem — estudo sistemático e atividades perseverantes —, robustece a crença, tornando-a inexpugnável aos ataques do cepticismo, que engendra o desalento.
Quem assimila o conhecimento não se contenta com o que lhe ensina a teoria: lança-se à aplicação do que já sabe, buscando entesourar o que somente a prática é capaz de transmitir.
Apartai o joio do trigo...
Os que estudam a Doutrina com interesse, procurando vivenciá-la, desenvolvem a capacidade de intuir, penetrando o espírito da letra e alcançando níveis superiores no que tange à interpretação Apartai o joio do trigo...
Os que estudam a Doutrina com interesse, procurando vivenciá-la, desenvolvem a capacidade de intuir, penetrando o espírito da letra e alcançando níveis superiores no que tange à interpretação da Verdade.
Estudai e bebereis diretamente na fonte a água que vos saciará toda a sede!     
                                                                                Bezerra de Menezes

Linney Nascimento


Juventude Casa dos Humildes

20 de mar. de 2010

Deus

“Existência de Deus” – Do livro Pai Nosso, Francisco Cândido Xavier pelo Espírito Meimei

Conta-se que um velho árabe analfabeto orava com tanto fervor e com tanto carinho, cada noite, que, certa vez, o rico chefe de grande caravana chamou-o à sua presença e lhe perguntou:
- Por que oras com tanta FÉ? Como sabes que Deus existe, quando nem ao menos sabes ler?
O crente fiel respondeu:
- Grande senhor, conheço a existência de Nosso Pai Celeste pelos sinais dele.
- Como assim? – indagou o chefe, admirado.
O servo humilde explicou-se:
- Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece quem a escreveu?
- Pela letra.
- Quando o senhor recebe uma jóia, como é que se informa quanto ao autor dela?
- Pela marca do ourives.
O empregado sorriu e acrescentou:
- Quando ouve passos de animais, ao redor da tenda, como sabe, depois, se foi um carneiro, um cavalo ou um boi?
- Pelos rastos – respondeu o chefe, surpreendido.
Então, o velho crente convidou-o para fora da barraca e, mostrando-lhe o céu, onde a Lua brilhava, cercada por multidões de estrelas, exclamou, respeitoso:
- Senhor, aqueles sinais, lá em cima, não podem ser dos homens!
Nesse momento, ajoelhou-se na areia e começou a orar também.

EXISTÊNCIA DE DEUS

Ao ler essa historinha, confirmamos o que os Espíritos nos revelaram. Que Deus é inteligência suprema e causa primeira de todas as coisas e, não existe efeito sem causa. E essa causa é inteligente.

A prova da existência de Deus está em tudo que não foi feito pelo homem. Se olharmos a nossa volta para as obras da Natureza, observaremos a sabedoria e a harmonia que presidem a todas. Então, reconheceremos que o homem não poderia tê-las produzido, pois as obras é de uma inteligência superior ao homem.

Portanto a causa está acima da humanidade, e se chama Deus, Jeová, Alá, Brama, Grande-Espírito, de acordo com os povos, épocas ou cultura.

A crença em Deus se afirma e se impõe, fora e acima de todas as situações, de todas as filosofias, de todas as crenças.

O homem por ser um SER PENSANTE, vive e importa-lhe saber qual é a fonte, qual é a causa, qual é a lei da vida.

O conhecimento da verdade sobre Deus, sobre o mundo e a vida é o que há de mais essencial, de mais necessário, porque é Ele que nos sustenta, nos inspira e nos dirige, mesmo à nossa revelia.

A crença em Deus está instintivamente alojada na mente humana. À medida que o homem evolui apura-se também a crença em Deus. Os espíritos Superiores nos ensinam, o sentimento instintivo de crer em Deus nos prova que Deus existe. É também uma conseqüência do princípio – não há efeito sem causa.

A existência de Deus é, pois, uma realidade comprovada não só pela revelação, como pela evidência material dos fatos. Os povos selvagens nenhuma revelação tiveram; entretanto, crêem instintivamente na existência de um poder sobre-humano. Eles vêem coisas que estão acima das possibilidades do homem e deduzem que essas coisas provêm de um ente superior à Humanidade. Não demonstram raciocinar com mais lógica do que os que pretendem que tais coisas se fizeram a si mesmas? (A Gênese, Allan Kardec)

NATUREZA DIVINA

Não é dado ao homem compreender a natureza íntima de Deus. Para compreendê-lo, ainda nos falta o sentido próprio, que só se adquire por meio da completa depuração do Espírito. Assim compreenderá melhor à proporção que se elevar acima da matéria.

DEUS:

É eterno; Se tivesse tido princípio, teria saído do nada, ou, então, também teria sido criado, por um ser anterior. É assim que, de degrau em degrau, remontamos ao infinito e à eternidade.

É imutável; se estivesse sujeito a mudanças, as leis que regem o Universo não teriam nenhuma estabilidade.

É imaterial, quer dizer que a sua natureza difere de tudo o que chamamos matéria, de outro modo estaria sujeito às transformações da matéria, e não seria imutável.

É único; se houvesse vários deuses, teria várias vontades; e desde então não teria uma unidade de vistas, nem unidade de poder na ordenação do Universo.

É onipotente; porque é único. Se não tivesse o soberano poder, haveria alguma coisa mais poderosa do que ele; não teria feito todas as coisas, e as que não tivesse feito, seriam a obra de um outro Deus.

É soberanamente justo e bom; a sabedoria providencial das leis divinas se revela nas menores coisas, como nas maiores, e essa sabedoria não permite duvidar nem da sua justiça, nem da sua bondade.

É infinito em todas as suas perfeições.

Supondo-se imperfeito um só dos atributos de Deus, se diminui a menor parcela da eternidade, da imutabilidade, da imaterialidade, da unidade, da onipotência da justiça e da bondade de Deus, pode-se supor um outro ser possuindo o que lhe faltaria, e esse ser, mais perfeito do que ele, seria Deus.

Para resumir, tanto quanto podemos, tudo o que pensamos referente a Deus, diremos que Ele é a Vida, a Razão, a Consciência em sua plenitude. É a causa eternamente operante de tudo o que existe. É a comunhão universal onde cada ser vai sorver a existência, a fim de, em seguida, concorrer, na medida de suas faculdades crescentes e de elevação, para a harmonia do conjunto.

Fonte: O Livro dos Espíritos, questões de 1 a 13.

Genilda Medeiros

14 de mar. de 2010

O Amor ao Estudo


O amor ao estudo é um dos temas estudados nos cursos oferecidos pelos Centros Espíritas, com o objetivo de estimular a leitura edificante, promovendo o conhecimento filosófico, cientifico e religioso da Doutrina dos Espíritos.

Léon Denis no seu livro Depois da Morte, nos diz: “O estudo é a fonte de ternos e puros gozos; liberta-nos das preocupações vulgares e faz-nos esquecer as tribulações da vida. O livro é um amigo sincero que nos dá bons augúrios nas horas felizes, bem como nas ocasiões críticas”.

No entanto, saibamos escolher bons livros e habituemo-nos a viver no meio deles. Rejeitando com objetivismo as obras pérfidas (que mente à fé jurada; desleal; infiel; falso; enganador), que só estimulam as paixões.

Observe que a medida que vamos estudando e compreendendo melhor os ensinamentos espíritas, sentimos que necessitamos nos integrar mais nas ações da Reforma Moral da Sociedade, pois nos tomamos responsáveis pelas nossas ações.

Todo Espírita estudioso caminha neste sentido, e tem as condições para chegar vitorioso ao plano espiritual, desde que se submeta ao processo educativo de combate às imperfeições e do desenvolvimento de virtudes.

O Livro dos Espíritos nos esclarece que “a moral e a inteligência são duas forças que só com o tempo chegam a equilibrar-se.” Portanto, só com várias encarnações vamos atingir a perfeição, ou seja, reunir todas as virtudes: a Ciência, a Sabedoria e a Bondade.  

Vejamos o que comenta Allan Kardec sobre a Educação (questão 685-a – Lei do Trabalho):
“ ... Não nos referimos, porém, à educação moral pelos livros e sim à que consiste na arte de formar os caracteres, à que incute hábitos, porquanto a educação é o conjunto dos hábitos adquiridos. Considerando-se a aluvião de indivíduos que todos os dias são lançados na torrente da população, sem princípios, sem freio e entregues a seus próprios instintos, serão de espantar as conseqüências desastrosas que daí decorrem? Quando essa arte for conhecida, compreendida e praticada, o homem terá no mundo hábitos de ordem e de previdência para consigo mesmo e para com os seus, de respeito a tudo o que é respeitável, hábitos que lhe permitirão atravessar menos penosamente os maus dias inevitáveis. A desordem e a imprevidência são duas chagas que só uma educação bem entendida pode curar. Esse o ponto de partida, o elemento real do bem-estar, o penhor da segurança de todos”.



Espíritas, o Espírito de Verdade vos disse: amai-vos e instrui-vos.


Genilda Medeiros

7 de mar. de 2010

Benjamin Franklin


Clique aqui para conhecer a sua História e Autobiografia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Benjamin_Franklin

http://pt.wikipedia.org/wiki/Autobiografia_de_Benjamin_Franklin#searchInput

Benjamin Franklin, desde jovens lia muito, sobre tudo que lhe interessava, principalmente sobre os grandes vultos da história de todos os tempos.

Devido a sua cultura e conceito moral rígido, se cobrava muito e aos outros também sendo muitas vezes inconveniente, fazendo com que as pessoas dele se afastassem.

O isolamento o incomodou bastante, ao ponto de refletindo sobre as habilidades bélicas de Napoleão Bonaparte: "dividir para vencer", Benjamin Franklin elaborou um método simples e fácil que qualquer pessoa poderia usar.

Ele escolheu treze virtudes que julgava necessário aprender e praticar,  e escreveu em pedacinhos de papel e se dedicou uma semana para cada virtude, não esquecendo das anteriores, desta forma ele poderia repetir o aprendizado quatro vezes no ano. 

Atenção: Ele sempre anotava quando fraquejava em alguma virtude, para dar mais atenção quando fosse retornar, da próxima vez, na qual falhou.


As Treze Virtudes de Franklin para o Auto-Aperfeiçoamento

1ª TEMPERANÇA:
Não coma demasiadamente; não beba até embriaguez.

2ª SILÊNCIO:
Não diga nada além daquilo que beneficie outros ou você mesmo;
evite conversas tolas.

3ª ORDEM:
Mantenha todas as coisas em seus devidos lugares; faça com
que cada parte de seu negócio tenha o seu próprio tempo.

4ª RESOLUÇÃO:
Decida realizar aquilo que você quer; realize sem erro o que você resolver.

5ª SOBRIEDADE:
Não tenha despesas além daquelas que proporcionarão
o bem aos outros ou a você mesmo, isto é, não desperdice nada.

6ª DILIGÊNCIA:
Não perca tempo; esteja sempre ocupado com algo útil;
elimine todas as tarefas desnecessárias.

7ª SINCERIDADE:
Não cometa fraude; pense inocentemente e com justiça;
e, se você falar, fale verdadeiramente.

8ª JUSTIÇA:
Não erre prejudicando os outros ou omitindo os benefícios
que são de sua obrigação.

9ª MODERAÇÃO:
Evite extremismos; não fira os outros, apesar de achar que mereçam.

10ª LIMPEZA:
Não tolere sujeira no corpo, na roupa ou na habitação.

11ª TRANQÜILIDADE:
Não fique nervoso por ninharias ou com acidentes comuns e inevitáveis.

12ª MODÉSTIA:
Dê vital importância apenas à saúde e ao bemestar; evite a estupidez,
a fraqueza e as coisas que possam prejudicar você e os outros.

13ª HUMILDADE:
Imite Jesus Cristo e Sócrates.

Observamos nessa mudança de atitudes de Benjamin Franklin, a Reforma Intima ensinada nos centros Espíritas, para atingirmos o progresso moral e espiritual.

Do livro Benjamin Franklin: Pensamentos e Máximas para Bem Viver, do Prof. Dr. D Pizzinga, extrairmos algumas máximas que tem tudo a ver com o que a Doutrina dos Espíritos veio nos ensinar, vejamos:

- Escreve as ofensas na areia e os benefícios no mármore.
- Quando somos bons para os outros, somos ainda melhores para nós.
- Só o homem íntegro é capaz de confessar suas faltas e de reconhecer seus erros.
- Quando estou ocupado em servir os outros, não olho para mim mesmo como um prestador de favores, mas como um pagador de dívidas.
- Os investimentos em conhecimento geram os melhores dividendos.
- O contentamento transforma os pobres em ricos; o descontentamento transforma os ricos em pobres.
- A tragédia da vida é que nos tornamos velhos cedo demais e sábios tarde demais.
- Não temas a morte. Quanto mais cedo morreres, mais tempo serás imortal.
- Aquele que tiver paciência terá o que deseja.
- Ser humilde para com os superiores é um dever; para com os iguais, uma mostra de cortesia; para com os inferiores, uma prova de nobreza.
- Eu creio que o melhor meio de fazer bem aos pobres não é darlhes esmola, mas, sim, fazer com que possam viver sem recebêla.
- O jeito de ver pela fé é fechar os olhos da razão.
- A felicidade não se produz por grandes golpes de fortuna – que ocorrem raras vezes - mas, sim, por pequenas vantagens que ocorrem todos os dias.
- Nunca cheguei à perfeição; na verdade, bem longe disso. No entanto, tornei-me um homem melhor e mais feliz que havia sido antes.

    Fica para todos os ensinamentos de um grande Homem de Bem, que foi um dos Espíritos que participou da  terceira Revelação, O Espiritismo.

    E por fim a mensagem de Allan Kardec, que se encontra no livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVII - Sede Perfeitos.:
     
    "Reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para dominar suas más inclinações".

    Muita paz 

    Genilda Medeiros

    21 de fev. de 2010

    Nosso Lar - O Filme






     Fonte: http://nossolarofilme.com.br/

    Fiquem com Deus,
    Juventude Casa dos Humildes

    17 de fev. de 2010

    Programação do mês de Fevereiro/10


    DATA
    TEMA
    EXPOSITOR
    07/02/10
    A CANDEIA DEBAIXO DO ALQUEIRE.
    PORQUE FALA JESUS POR PARÁBOLAS.
    Estevão Coimbra
    14/02/10
    -
    -
    21/02/10
    NOSSO LAR: Capítulos de 1 a 5
    Genilda Medeiros
    28/02/10
    Laboratório: Biografia de Allan Kardec
    Alda/Vivien

    12 de jan. de 2010

    Não separeis o que Deus juntou

    O amor,é a fonte da vida. Mas o que é necessário para que
    este sentimento permaneça para sempre entre dois seres?

       Qualidades como: paciência,disciplina,concentração, amizade,
    respeito e, principalmente, afinidade, são indispensáveis para
    que o amor dure entre o casal. Entretanto,este afeto não deve
    ser apenas um ato solitário a dois, onde ambos se isolam do mundo
    externo e buscam satisfazer suas individualidades. Pois, se queremos
    transformar a humanidade em uma nova civilização fraterna e feliz,
    será primordial resgatar o amor altruísta por tudo o que está ao redor.
    E esse amor a tudo e a todos se desenvolve a medida que o casal é
    capacitado para construir uma humanidade melhor. E isto refletirá para
    ambos no exercício contínuo do verdadeiro amor, puro e sublime,
    orientado e edificado nos ensinamentos de Jesus.

    Acerca desse assunto, A llan Kardec em O Livro dos Espíritos,
    questão 696,diz:

    ''[...]o casamento constitui um dos primeiros atos de progresso das
    sociedades  humanas, porque estabelece a solidariedade fraternal e
    se observa entre os povos, ainda que em condições diversas.
    A abolição do casamento seria, pois, regredir á infância
    da humanidade[...].'' 1*

     Compreendemos o casamento como um laboratório e a família como núcleo
    primeiro da vida social,onde o casal é a célula da civilização e o amor
    que os une é de caráter divino. É essa união que permitirá que os
    compromissos assumidos por eles nas vidas pretéritas propicie o surgimento
    do amor incondicional baseado nas lições contidas nas palavras de Jesus.
    Todavia, nas últimas décadas percebemos que o casamento tornou-se
    bastante flexível e em muitos casos a durabilidade de inúmeros
    casais está cada vez mais baixa; isto acontece,pois,quando a paixão
    acaba e o casal não tem um relacionamento fortalecido pelos
    ensinamentos valiosos dos evangelho, o casamento fica enfraquecido
    pela rotina gerando, assim, problemas conjugais que quase sempre
    resultam em divórcio.

    Sobre esta questão,Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo,
    Cáp.XXll,diz:

    ''[...]na união dos sexos,a par da lei material,comum a todos os
    seres vivos, há uma a outra lei divina imutável,como todas as
    leis de Deus, exclusivamente moral: a lei de amor. Quis Deus que
    os seres se unissem não só pelos laços da carne,mas pelos da alma,
    afim de que a afeição mútua dos esposos se transmitisse aos filhos,
    e que fossem dois,e não um somente,a amá-los,a cuidar deles e a
    fazê-los progredir .[...]’’. 2*

    O casamento deve ser interpretado como um laboratório onde o casal
    busca o crescimento moral de cada um e ambos funcionam como
    ‘’espelho’’ para o outro; fator desencadeante do exercício pleno
    da caridade. É importante pensar em todas essas questões porque,
    através das mesmas, compreendemos que só pode haver um verdadeiro
    relacionamento a dois se o casal conhecer a si mesmo e aceitar a
    responsabilidade de amar profundamente um ao outro nos bons e maus
    momentos e por toda vida. Isto acontecerá a partir do momento
    em que o casal atinge o amadurecimento espiritual refletindo, assim,
    nas relações sociais, pois, no momento que estes dois seres avançam na
    escala evolutiva eles serão centro de irradiação de paz e solidariedade
    em todas as instâncias da humanidade.

    Acerca desse assunto,Allan Kardec em O Evangelho Segundo o
    Espiritismo,Cáp.XI,diz:

    ‘’Os efeitos da lei de amor são o aperfeiçoamento moral da raça humana
    e a felicidade durante a vida terrestre[...]resultantes da prática
    deste preceito: Não façais aos outros o que não quiserdes que vos façam;
    fazei-lhes,ao contrário,todo o bem que vos esteja ao alcance
    fazer-lhes.’’ 3*

    E para o aparecimento desta evolução espiritual as uniões matrimoniais
    devem ser conquistadas com o indispensável aprendizado do qual
    necessitamos através da prática do bem e do amor fraterno.É através da
    lei de amor, que as almas que se reencontram, e que necessitam resgatar as
    dívidas adquiridas através de diversas existências, vão reabilitar-se
    moralmente e atingir a plena felicidade.

    Karina Belo


    Referências:

    1* O Livro dos Espíritos.91.ed.Rio de Janeiro:FEB,2008.
    Comentário da questão 696.

    2* Kardec,Allan.O evangelho segundo o espiritismo.127.ed.
    Rio de Janeiro:FEB,2007.Cap.XXII,item 3.

    3*Kardec,Allan.O evangelho segundo o espiritismo.127.ed.
    Rio de Janeiro:FEB,2007.Cap.XI,item 9.