27 de jun. de 2010
17 de jun. de 2010
O PERDÃO
Domingo passado, 13 de junho, tivemos o prazer de receber na Evangelização da Juventude nosso amigo e irmão Estevão Coimbra, que nos falou sobre o Perdão. Solicitamos a joven Cláudia para expor o tema em nosso blog.
Na célebre passagem bíblica do Sermão da Montanha, Jesus citou à multidão “As Bem-Aventuranças”, ensinamentos que, de acordo com o Novo Testamento, Cristo pregou para ensinar e revelar aos homens a verdadeira felicidade.
Uma delas diz: Bem-aventurados aqueles que são misericordiosos, porque eles próprios obterão misericórdia.
E a misericórdia está intimamente ligada ao perdão. Com que direito poderíamos reclamar a Deus o perdão das nossas dívidas, se nós mesmos temos tanta dificuldade em sermos misericordiosos com aqueles que nos devem?
Deus fez uma lei expressa de caridade. E caridade não significa apenas dar assistência a nosso próximo na necessidade; consiste também no esquecimento e no perdão das ofensas. Sim, esquecimento, afinal o verdadeiro perdão, nobre, verdadeiramente generoso, sem segunda intenção e que não impõe ao adversário condições humilhantes, sem o esquecimento das ofensas não é generosidade, mas sim uma maneira de satisfazer o orgulho.
Ah, o orgulho... Essa é a pior cegueira da qual sofre a raça humana. Ela nos faz pensar que somos perfeitos e estamos acima de tudo e todos, nos impedindo de praticar a misericórdia, qualidade que reúne o perdão e a indulgência.
Não julgueis a fim de que não sejais julgados: esta máxima nos mostra a indulgência como um dever, pois é muito fácil censurar uma falta de alguém, mas nunca pensamos se a mesma reprovação poderá cair sobre nós.
A indulgência não vê os defeitos de outrem, e quando os vê, não os divulga. O indulgente não julga as atitudes falhas dos semelhantes, pois tem consciência de que também tem seus defeitos e também é passível de falhas.
“Aquele dentre vós que estiver sem pecado, lhe atire a primeira pedra”, disse Jesus aos homens que condenavam ao apedrejamento, até a morte, uma mulher surpreendida em adultério. Todos se retiraram e ninguém atirou pedra alguma, obviamente.
Vejamos o que diz a doutrina de Sócrates e Platão, que viveram entre nós, aproximadamente, 500 anos antes de Cristo: “Não é preciso nunca retribuir injustiça por injustiça, nem fazer mal a ninguém, qualquer seja o mal que se nos tenha feito; poucas pessoas, entretanto, admitirão este princípio, e as pessoas que estão divididas não devem senão se desprezar umas às outras”.
Não está aí mais uma Bem Aventurança pregada pelo Cristo, “Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa”?
Portanto, amemos nossos inimigos, façamos o bem àqueles que nos odeiam e oremos por aqueles que nos perseguem e nos caluniam, pois as perseguições que os maus nos fazer suportar fazem parte das nossas provas terrestres. O perdão das ofensas é virtude sublime e o sacrifício do ressentimento é o mais agradável ao Senhor.
Vejamos como o orador Raul Teixeira fala sobre o tema.
Muita paz.
Cláudia Ferreira
Juventude Casa dos Humildes
10 de jun. de 2010
A IMORTALIDADE DA ALMA
Oi jovens, hoje vamos ver um pouco sobre um dos princípios da Doutrina Espírita: A Imortalidade da Alma.
Através de intuições o homem já tinha idéias de que a vida continua depois da morte. Pois, Deus sempre nos envia Espíritos de certa evolução para propagar a verdade.
Vejamos o que diz a Doutrina De Sócrates e Platão, que viveu entre nós aproximadamente 500 anos antes de cristo: "O homem é uma alma encarnada. Antes da sua encarnação, existia unida aos tipos primordiais, às idéias do verdadeiro, do bem e do belo; separa-se deles, encarnando, e, recordando o seu passado, é mais ou menos atormentada pelo desejo de voltar a ele" (Introdução do Evangelho Segundo Espiritismo).
O grande filosófo Sócrates diferenciou os dois princípios: o inteligente (alma) e o material (corpo). A preexistência da alma, a vaga intuição que ela conserva, a existência de outro mundo ao qual aspira (mundo espiritual), fundamentos esses que há 153 anos foram confirmados pelas observações e análises do codificador da Doutrina dos Espíritos - Allan Kardec.
E como podemos provar a Imortalidade da alma?
Através dos fenômenos de emancipação da alma (ex.sonambulismo); as casas mal-assombradas; transporte de objetos; as mesas girantes; as comunicações pela escrita, pela audição ou palavra; aparições e materializações de Espíritos; xenoglossia (comunicação escrita ou falada em idiomas que o médium ignore); transcomunicação instrumental; experiência de quase morte e as visões no leito de morte.
Vejamos agora um vídeo.
Muita paz.
Genilda Medeiros
Juventude Casa dos Humildes
1 de mai. de 2010
LEOPOLDO MACHADO
Líder baiano foi um dos grandes incentivadores das mocidades espíritas no Brasil.

Leopoldo Machado foi um das figuras mais importantes do Espiritismo brasileiro. Poeta, escritor, dramaturgo, orador e ativista, ele promoveu um rejuvenescimento no movimento, com sua Campanha do Espiritismo de Vivos, em que agitou os centros, centralizados na relação com os "mortos". Leopoldo provocou uma reação e melhorou a participação de estudiosos, expositores e influenciou na realização de cursos e aulas sobre a Doutrina. Uma das maiores contribuições que ele deu foi a criação vigorosa das Mocidades Espíritas.
Graças a ele, rompeu-se o círculo fechado dos centros com a entrada de jovens no movimento. As Mocidades Espíritas representaram uma injeção de vigor e rompimento do status sonolento das entidades doutrinárias. Em decorrência do confronto de jovens com os "mais velhos" deu-se nova dimensão ao Espiritismo.
Nasceu no Arraial de Cepa Forte, hoje Jandaíra, Bahia, em 30 de setembro de 1891. Iniciou-se na Doutrina Espírita pelas mãos abençoadas do inolvidável José Petitinga, no ano de 1915, tornando-se arauto da fé e do trabalho.
Após seu casamento com Dona Marília Ferraz de Almeida, radicou-se na cidade de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, onde iniciou grandes tarefas; integrando-se, desde logo, aos demais conterrâneos seus já aqui emprenhados na defesa dos postulados kardecistas, dentre os quais Carlos Imbassahy, Deolindo Amorim, Alfredo Miguel e outros nordestinos, como Lins de Vasconcelos, com seu espírito conciliador.
Ele e a esposa tomaram a iniciativa de construir o Albergue Noturno Allan Kardec e o Lar de Jesus para meninas órfãs. Educador pedagógico, inaugurou o Colégio Leopoldo, tradicional estabelecimento de ensino, considerado uma das melhores organizações educacionais da baixada fluminense.
Inauguração do Colégio Leopoldo em 1930. No centro da foto Leopoldo Machado.
Leopoldo Machado incentivou as novas gerações a pegar no arado com a criação das Mocidades Espíritas e das Escolas Espíritas de Evangelização para Infância.
Impulsionou as Semanas Espíritas, as Tardes Fraternas, os Simpósios, as Mesas Redondas e os Congressos Espíritas.
Realizou o "milagre" de estar presente em quase todos os movimentos espíritas confraternativos, percorrendo todo o Brasil, exaltando o Evangelho de Jesus e a Doutrina dos Espíritos, como sendo a volta do Cristianismo Redivivo, no seu sentido mais puro, como era pregado na Casa do Caminho.
Dentre vários eventos, destaca-se o I Congresso de Mocidades Espíritas do Brasil, de 17 a 23 de julho de 1948, tendo frente Leopoldo Machado Lins de Vasconcelos.
Foi da mais belas e mais proveitosa realizações espíritas de todos o tempos e, até hoje, colhem-se frutos.
Nesse mesmo ano, Leopoldo Machado tomava parte ativa no Congresso Brasileiro de Unificação, realizado de 31 de outubro a 5 de novembro.
Em 1949, era convocado para o 11º Congresso Pan-americano, realizado no Rio de Janeiro.
Após, esteve presente, juntamente com Lins de Vasconcelos, Carlos Jordão da Silva, Francisco Spinelli, Ary Casadio e Luiz Burgos na Caravana da Fraternidade, que teve como coroamento o Pacto Áureo, incentivo unificador na formação do Conselho Federativo Nacional, sob os auspícios da Federação Espírita Brasileira.
Realizou também a Primeira Festa Nacional do Livro Espírita, em homenagem ao 18 de abril.
Escritor de vários livros espíritas, como Pigmeus Contra Gigantes, Caravana da Fraternidade, Ide e Pregai e muitos outros, além de crônicas, peças teatrais, biografias, roteiros, teses. Ainda, compôs inúmeras melodias para a mocidade e a infância.
Leopoldo Machado acreditou na força dos moços, como mola propulsora para renovação de valores do movimento espírita; acreditou nos Congressos, nas Semanas Espíritas e nas Confraternizações.
Lutou tenazmente para desencastelar muitos espíritas, que só pensavam em termos de suas Instituições, porque acreditava que Espiritismo é Luz, é Sol que, no futuro próximo, iluminará a humanidade.
Lutou pela renovação de valores e de conceitos, sem fugir aos ditames da Codificação Kardequiana.
Franco, leal, sincero e audaz.
Essa foi a figura personalíssima de Leopoldo Machado.
Desencarnou na cidade de Nova Iguaçu (RJ), aos 22 de agosto de 1957.
Fonte: O Consolador (Fonte: Personagens do Espiritismo, de Antônio de Souza Lucena e Paulo Alves Godoy − Edições FEESP), e Espirit Net.
Juventude Casa dos Humildes
28 de abr. de 2010
PROGRAMAÇÃO DO MÊS DE MARÇO/2011
DATA | TEMA | EXPOSITOR |
06/03/2011 | - | AUDITÓRIO |
13/03/2011 | O APARECIMENTO DA MEDIUNIDADE | VIVIEN THÉ |
30/03/2011 | QUALIDADE DE UM BOM MÉDIUM | GENILDA MEDEIROS |
27/03/2011 | Laboratório: A MEDIUNIDADE DE CHICO XAVIER | CLÁUDIA/SAMYA |
25 de abr. de 2010
Terceiro Congresso Espírita Brasileiro
Mensagem psicografada de Chico Xavier pelo médium Wagner Paixão
Mensagem psicofonica de Bezerra de Menezes pelo médium Divaldo Franco
Mensagem psicografada de Juscelino Kubitschek pelo médium Wagner Paixão
Apresentação do Coral MeiMei
Juventude Casa dos Humildes
Mensagem psicofonica de Bezerra de Menezes pelo médium Divaldo Franco
Mensagem psicografada de Juscelino Kubitschek pelo médium Wagner Paixão
Apresentação do Coral MeiMei
Juventude Casa dos Humildes
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