31 de out. de 2009
25 de out. de 2009
Programação para o mês de Novembro/2009
DATA | TEMA | EXPOSITOR |
1/11/2009 | SERVIR A DEUS E A MAMON | Luiz Augusto |
8/11/2009 | CUIDAR DO CORPO E DO ESPÍRITO | Genilda Medeiros |
15/11/2009 | FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO | Genilda Medeiros |
22/11/2009 | SEDE PERFEITOS | Vivien Thé |
29/11/2009 | Laboratório: AÇÃO DOS ESPÍRITOS SOBRE OS FENÔMENOS DA NATUREZA | Edinho e Karina |
20 de out. de 2009
Manifestações Visuais
Vimos em nosso último encontro que os espíritos podem se manifestar visualmente ao encarnados. No entanto, o fazem mais frequentemente enquanto dormimos do que quando acordados. O que é natural, visto que é durante o descanso do corpo que temos maior liberdade para interagir com o plano espiritual.
Eles podem se apresentar numa forma vaporosa e transparente, algumas vezes quase desaparecendo. Ou então, de forma nítida e com riqueza de detalhes. Uma coisa curiosa, é que em alguns casos quase não se consegue ver os membros inferiores - mãos e pés, por exemplo – da entidade. Assim, tem-se a impressão de que algumas deslizam ao caminhar.
A aparência com que se apresentam irá depender do grau de evolução em que se encontram. Geralmente, apresentam-se como em sua última existência. Mas podem também mostrar-se como eram em uma outra vida, desde que isso os ajude a serem mais rapidamente reconhecidos. Espíritos mais atrasados podem assumir um visual assustador para tentar nos perturbar ou para se divertirem as nossas custas. Já os mais adiantados assumem uma forma que não nos cause abalos. Por exemplo, uma pessoa que acredite em anjos como sendo seres alados e com auréolas, verão seu protetor, se necessário, dessa forma.
Vimos também que dependendo de certas circunstâncias, alguns espíritos se tornam tangíveis e apresentam muitas características do corpo físico como peso, temperatura, cheiro, dentre outras. Muitos estudos sérios foram feitos a respeito das materializações e recomendamos aqui uma pesquisa sobre as médiuns Eusápia Paladino, Florence Cook e Daniel Dunglas Home, para conhecer bem a parte experimental. Em essência, para o espírito se mostrar, é necessário que ele tenha vontade de fazê-lo, para que através dos impulsos do pensamento o seu perispírito possa adquirir uma configuração adequada à visibilidade. Porém, isso não é suficiente, pois é preciso que os seus fluidos tenham a capacidade de se combinarem com os da pessoa (médium). E por fim, tem de haver uma permissão da espiritualidade para que o fenômeno se concretize.
O assunto ainda tem muitas outras coisas interessantes, mas ficaremos por aqui. Recomendo a quem quiser se aprofundar, a leitura do Livro “No invisível” de Léon Denis.
Luiz Augusto
Fonte: Capítulo VI de "O Livro dos Médiuns" de Allan Kardec.
15 de out. de 2009
Mediunidade nos Animais
Desde muito tempo a observação de fatos curiosos, como a capacidade de certos pássaros,quando treinados,de adivinharem quais cartas seriam puxadas das mãos de seus donos, têm nos levado a propor indagações a cerca da capacidade mediúnica destes seres. Para que se esclareça este tema é preciso fazermos algumas indagações:
1- O que é mediunidade?
2- Quais os fatores que são necessários às comunicações mediúnicas?
3- O que aconteceria se tentássemos “mediunizar” os animais?
1- É a capacidade de um ser de intermediar comunicações entre os encarnados e os desencarnados.
2- É necessária a compatibilidade fluídica entre o espírito comunicante e o comunicador, e a presença de símbolos lingüísticos no comunicante, para que as mensagens possam ser codificadas as mensagens.
3- Como a depuração fluídica dos animais se encontra num grau abaixo ao seres humanos; a sua mediunização resultaria para o animal o equivalente a uma descarga elétrica, e este desencarnaria.
Baseado nestas informações podemos dizer, por ora, que os animais não podem possuir a faculdade mediúnica.
Tárcio Oliveria
Fonte: Livro dos médiuns. Capítulo referente à mediunidade nos animais.
1- O que é mediunidade?
2- Quais os fatores que são necessários às comunicações mediúnicas?
3- O que aconteceria se tentássemos “mediunizar” os animais?
1- É a capacidade de um ser de intermediar comunicações entre os encarnados e os desencarnados.
2- É necessária a compatibilidade fluídica entre o espírito comunicante e o comunicador, e a presença de símbolos lingüísticos no comunicante, para que as mensagens possam ser codificadas as mensagens.
3- Como a depuração fluídica dos animais se encontra num grau abaixo ao seres humanos; a sua mediunização resultaria para o animal o equivalente a uma descarga elétrica, e este desencarnaria.
Baseado nestas informações podemos dizer, por ora, que os animais não podem possuir a faculdade mediúnica.
Tárcio Oliveria
Fonte: Livro dos médiuns. Capítulo referente à mediunidade nos animais.
10 de out. de 2009
4 de out. de 2009
Locais Assombrados
É uma crença de que os Espíritos freqüentam determinados locais, como as ruínas, com o objetivo de se divertirem e, assim se aproveitam da credulidade humana.
São Espíritos inferiores apegados as coisas terrenas, pouco adiantado sem que por isso sejam maus, incapazes de aspirações elevadas, comprazem-se em nossa atmosfera.
Portanto, não devemos temer os lugares assombrados. Lembremos de que onde estivermos teremos a companhia dos Espíritos, mesmo nas casas mais agradáveis. Se eles só parecem assombrar certas habitações é porque encontram nelas a oportunidade de manifestar a sua presença.
Os Espíritos vão aos locais em ruínas e abandonados como a toda parte, dependendo onde lhe faz se sentir bem. Mas, no geral os Espíritos gostam da presença humana e por isso preferem os lugares habitados aos abandonados.
A espiritualidade maior nos esclarece que o melhor meio de afastar os maus Espíritos é atraindo os bons, através da oração, do evangelho no lar e da prática do bem.
Estas manifestações espontâneas são verificadas em todas as épocas e, é fruto do desejo da comunicação dos Espíritos.
A revelação da Doutrina dos Espíritos começou por um caso de natureza mal-assombrada, na casa da família Fox, Hydesville, Nova Iorque 1848.
Todas as noites, uma Inteligência invisível acusava estar presente por meio de ruídos violentos e contínuos, abrindo e fechando as portas, arrastando os móveis, arrebatando as roupas das camas. Mãos frias e rudes agarravam as irmães Fox, e o soalho oscilava sob uma ação desconhecida.
Mediante pancadas nas paredes – sendo cada letra do alfabeto designada por um número correspondente de pancadas, essa Inteligência afirmava ter vivido na Terra e relatou seu fim trágico.
A casa tornou-se insuficiente para conter a multidão, vinda de todas as partes. E um grande número de Espíritos de todas as condições, parentes ou amigos das pessoas presentes, intervinham, respondendo por bancadas às perguntas feitas.
Os Espíritos declararam não agir por sua iniciativa, mas por ordens de Espíritos mais elevados, com o objetivo de importante revelação que se devia estender ao mundo inteiro.
Assim, os Espíritos superiores só se manifestam nos casos em que sua presença é útil e pode favorecer o nosso melhoramento. Muita paz.
Fonte: Livro dos Médiuns, Kardec, cap. IX.
No Invisível, Léon Denis, segunda parte, cap. XVI.
Genilda Medeiros
São Espíritos inferiores apegados as coisas terrenas, pouco adiantado sem que por isso sejam maus, incapazes de aspirações elevadas, comprazem-se em nossa atmosfera.
Portanto, não devemos temer os lugares assombrados. Lembremos de que onde estivermos teremos a companhia dos Espíritos, mesmo nas casas mais agradáveis. Se eles só parecem assombrar certas habitações é porque encontram nelas a oportunidade de manifestar a sua presença.
Os Espíritos vão aos locais em ruínas e abandonados como a toda parte, dependendo onde lhe faz se sentir bem. Mas, no geral os Espíritos gostam da presença humana e por isso preferem os lugares habitados aos abandonados.
A espiritualidade maior nos esclarece que o melhor meio de afastar os maus Espíritos é atraindo os bons, através da oração, do evangelho no lar e da prática do bem.
Estas manifestações espontâneas são verificadas em todas as épocas e, é fruto do desejo da comunicação dos Espíritos.
A revelação da Doutrina dos Espíritos começou por um caso de natureza mal-assombrada, na casa da família Fox, Hydesville, Nova Iorque 1848.
Todas as noites, uma Inteligência invisível acusava estar presente por meio de ruídos violentos e contínuos, abrindo e fechando as portas, arrastando os móveis, arrebatando as roupas das camas. Mãos frias e rudes agarravam as irmães Fox, e o soalho oscilava sob uma ação desconhecida.
Mediante pancadas nas paredes – sendo cada letra do alfabeto designada por um número correspondente de pancadas, essa Inteligência afirmava ter vivido na Terra e relatou seu fim trágico.
A casa tornou-se insuficiente para conter a multidão, vinda de todas as partes. E um grande número de Espíritos de todas as condições, parentes ou amigos das pessoas presentes, intervinham, respondendo por bancadas às perguntas feitas.
Os Espíritos declararam não agir por sua iniciativa, mas por ordens de Espíritos mais elevados, com o objetivo de importante revelação que se devia estender ao mundo inteiro.
Assim, os Espíritos superiores só se manifestam nos casos em que sua presença é útil e pode favorecer o nosso melhoramento. Muita paz.
Fonte: Livro dos Médiuns, Kardec, cap. IX.
No Invisível, Léon Denis, segunda parte, cap. XVI.
Genilda Medeiros
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